O titulo original do livro era “Al Azif”. Azif é um termo utilizado pelos árabes que designar o barulho nocturno produzido pelos insectos. Este ruído suponha-se que era o murmúrio dos demónios.
A obra foi composta por Abdul al-Hazred, um poeta louco de Yemen, no ano 700. O certo é que foi um muçulmano pouco devoto, adorando entidades desconhecidas que chamava Yog-Sothoth e Cthulhu. Diz-se que este poeta passou dez anos no vazio do grande deserto que cobre o sul da Arabia, conhecido como “espaço vazio” ou “deserto escarlate”. Os rumores contam que este deserto que está habitado por espíritos que protegem o mal e por monstros da morte. Pessoas que dizem ter passado por ele contam que ali sucedem coisas muito estranhas e sobrenaturais. Diz-se que Abdul al-Hazred escreveu o livro durante os últimos anos da sua vida.

O que está claro é que o Necronomicon foi um dos livros que mais impacto causou na sociedade em toda a história. Isto é devido a o que para muitos é uma simples ficção, para outros é realidade. Para as Sociedades Ocultas, é um livro real, pois muitos dos maiores Ocultistas de todas as épocas o estudaram, praticaram e comprovaram a sua realidade. Mas há um feito, pelo menos intrigante: se o Necronomicon é apenas um livro de ficção… porque é que a Igreja Católica o proibiu?
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